domingo, 17 de fevereiro de 2013

Hello Jungle.



   Especial, eu não acredito em especial, simplesmente reconheço potenciais irracionalmente presentes em personalidades distintas. Como o sentimento que teríamos quando a nossa xícara de chá responde-se o nosso "oi" matinal¹, esse mesmo sentimento nos faria ao perceber que as pessoas em seus limites ilusórios são figuras ambulantes, ainda mais em sec. XXI .

    Eu me divirto com essas pessoas, o novo é a nossa principal característica. 

   O homem e seu nítido finalismo, finalismo digo eu no sentido de por fim em algo, delimitar, para  que possa impor uma posse a essa coisa. Quer algo mais delimitante que o nome das coisa ou o próprio tempo. Ao perceber que é insignificante ou no caso menor em aspectos do que esta ao seu redor o ser humano cria mecanismos de controle ilusório, assim como o pescador coloca nome em seus peixes para ter uma convivência com seres repetidos em sua vida e criar um certo trafego de personalidades, o homem brinca de dono do mundo dando limite as coisas e se projetando em algo maior que engloba tudo.

   Dizem que o Antropo centrismo acabou, bom eu tenho que discordar, nada mostra que o homem deixou de ser o centro do mundo, ou no caso por-se como centro do mundo, Deus contrata um representante dele na terra, o chama de papa, da poderes a ele, idade e direito de novo nome.  Um homem como representante de algo que é conhecido como o ápice de tudo . Um tanto estranho, O homem cria sistemas de governo anti naturais para o fazem ficar em meio a esses próprio sistema, pondo a si mesmo em destaque e ainda cria um efeito literário para parecer que são vitimas disto. 
    O Homem do seculo XXI aquele que burla suas próprias regras e histórias, cria paredes íngremes que derrubam todos de novo ao tão visado centro do Universo e chamam isso de acaso. Seres danados de criativos, como se auto subjugar, por um humano consciente.



¹Agradecimentos ao nosso querido "Moraca" pela fofoca de cada dia.

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