terça-feira, 29 de maio de 2012

Um Amor Através do Tempo! Parte 2


                           Dia 15 também, de julho, ponto para quem acertou!...
                   Chovendo inesperadamente, pois o dia começou com 37º C, nada bom.

      Comecei o dia como de costume, acordei tarde, almocei e depois de enrolar bastante  fui cedo para a universidade,  não podia perder a chance de ver ela de novo.
           Andei horas pela universidade e nada de encontrar a minha admirada Alice, mas não me dei por vencido, pelo menos por mais 10 minutos que fora o tempo demorado até chegar no ultimo quiosque e pedir um suco de maracujá (meu favorito), e depois de alguns minutos com um andar hilariante ela aparece cortando o corredor com seu jeito único, único a ponto de não saber como o descrever.

          Eu acenei e ela veio a meu encontro, sorrindo eu puxei assunto, mas via que ela estava meio reprimida, a partir dessa percepção resolvi mudar o jogo e  tentar conhecer ela melhor. E Com o passar de alguns minutos percebi outra coisa encantadora em Alice, ela parava com seus pés, calçados por “Allstar’s” pretos, inclinados fechando assim quase um triangulo. Eu não saberia o motivo, mas nunca tinha me chamado atenção para coisas assim, não até aquele momento.

           Alice se demonstrara cada vez mais receptiva as minhas brincadeiras, e isso me mostrou um fato curioso sobre ela, que seu principal fator de personalidade era o extremo acanhamento, acanhamento esse que ela tinha a respeito de quase tudo. ( teve uma vez que a mesma não pegou um salgado na cantina pois alguém pedira ela junto dela, e só havia um salgado do tipo e por demorar um pouco em relação a seu pensamento ela desistiu por não acreditar que merecia o salgado, “hahahaha” , bons tempos demos boas risadas neste dia.)
Eu conversei bastante com Alice e mais uma vez ao final do dia eu ia me despedir dela para seguir até meu curso quando uma ideia passou a minha mente, em seguida perguntei aonde ela morava, com um sorriso ela me falou que morava em um bairro distante da federal e que ia de ônibus até o lugar, sem pensar duas vezes me ofereci para levar ela até o ponto de ônibus, felizmente ela aceitou tal proposta.

            No ponto de ônibus eu conversei mais com Alice cito aqui a parte mais memorável de nossa conversa:

- Ah!, Mas você é perfeita cara, como pode se manter tão reclusa assim?

- Nha!, rsrs... Nem é assim, eu só sou um pouco vergonhosa e mais nada.

- E tu nunca tentou algum método para mudar isso? Partindo do fato que você quer mudar isso, não quer?

- Querer é claro que quero, mas eu tenho vergonha, hahaha!

- Eu posso oferecer minha ajuda?

- Sim,
(neste momento ela me presenteou com um sorriso de olho fechados, simplesmente lindo.)

           E em seguida eu fui separado do sorriso pelo fato do ônibus o qual ela embarcaria, abordava o ponto no exato momento. Despedindo-me segui meu rumo ao curso de Filosofia, o qual na aula de lógica, minha melhor matéria, eu mais uma vez queimei o tempo pensando em formas de ajudar minha doce Alice.

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