segunda-feira, 28 de maio de 2012

Um Amor Através do Tempo! Parte 1


                                     

                                    Dia 14 de julho, A vida é Bela com sal e canela!

       Um dia ensolarado e com uma falta de frio exorbitante que aparentava ser mais um dia comum aqui em minha cidade:
Hoje eu estava a passear pela via principal da universidade aonde se encontram os quiosques de lanches e afins, um dia comum, porem em torno do penúltimo quiosque eu avisto uma jovem de rosto novo o qual obviamente não conhecia, falando com uma amigo de grande quantidade de risadas embora o conhece-se a pouco tempo. Como era de se esperar ele me avista e em seguida vem ao meu encontro.

- “Fala maninho, beleza”

-  Sempre, e você?

-  Estou bem, ó vem aqui, vou Le apresentar uma pessoa.

            Ele me leva de encontro a tão exótica menina que de longe eu avistara e eu inesperadamente e sem saber o porquê disto, sou cometido por um intenso frio na barriga, o que me leva a um estado de completo desapego aos meus planos (Esse estado seria o momento que tudo o que você sabe desaparece, o que leva  você  a fazer besteiras sequenciadas ) .Ao chegar de frente a face tão inovadora eu me pego preso dentro de uma dimensão só minha eu vejo o sorriso meigo de beleza particular e extremamente cativante, junto com olhos castanhos que tirariam todo o ar do primeiro que bobeasse ao passar por ela.  Fiquei admirando ao que pareciam horas na minha dimensão, porem não passará nem um minuto em tempo real. Eu ouvi no fundo as seguintes falas:

- Maninho,essa é a Alice

- E Alice esse é meu maninho Robert

- Olá Alice, prazer
 (eu disse com a maior coerência e me esforçando para esconder a cara de bobo)

- Oi, Robert, igualmente.

                 Queria ficar olhando o sorriso dela mais um pouco, não !queria ficar olhando o sorriso dela para sempre, nunca me encantara por uma pessoa desse jeito, fui pego de surpresa por um sentimento que eu desconhecia totalmente os parâmetros de comportamento. 

                 E a partir das apresentações eu fiquei à tarde com eles observando ela sem comentar muito, brincando de vez em quando para manter a alegria e não dar na cara que eu estava admirado por Alice, ”ai“ como esse nome me causa “borboletas estomacais”.

                  No final da tarde e começo da Noite obrigatoriamente, eu me despedi e fora para meu curso. (e a propósito digo aqui que morro decidido de encerrar minha vida não por fazer filosofia e na mesma existir alguns ideais que levam a esse resultado, mas sim de motivos que serão descrito até o fim desse depoimento.) Mesmo estando fortemente focalizado no ideal que fora apresentado na aula( Metafísica diga-se de passagem) eu não conseguia tirar da minha mente o sorriso da fantástica Alice, a ladra dos meus conhecimentos.

Fim do Meu dia por completo eu me deito na cama e somente consegui pensar na menina que conhecerá hoje, em um dia que não tinha nada de incomum, nada que me fizesse acreditar em fadas.

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