segunda-feira, 28 de maio de 2012

Agneu PARTE 2


                         

                                       Quinta-Feira ; 01: 23 Noite da Cebola Radioativa :

            Agneus fica perplexo com a expressão do dono do bar, quando o mesmo da um passo a frente Agneus tropeça e cai de costas ficando em uma posição desfavorável contra o senhor que lhe olhava estranhamente, o homem começava a a espumar pela boca e pegando uma faca que se localizava na parte de hortifruti ( que era usada alias para cortar melancia e embalar as mesmas ) vai em direção ao menino que nesse momento já se colocava de pé e pegando um melão explodia-o na cabeça do desvairado armado de uma faca que vinha em sua direção, não sendo o suficiente o menino sente uma repulsa e do nada uma voz em sua cabeça repete as seguinte palavra por varias vezes em tom baixo ...: Destrua-o.....destrua-o.....
Sem pensar em nada o menino vê suas atitudes como se fosse um piscar de olhos, ao abri-lo percebe que o corpo do dono do bar estava inerte em um buraco na parede a sua frente.

            Agneus olha sem entender nada, o que parecia ser um homem chamuscado e esfumaçando na parede, enfiado de tal forma côncava que surpreenderia todo e qualquer professor de arquitetura por tamanha realização. Agneus abaixa seus olhos até sua mão e via que dela vinha fumaças também e  ao se aproximar mais de perto do cadáver percebe que tem uma queimadura do formato de uma mão na testa e no pescoço do que parecia ser o ex dono de bar!

           Agneus sai correndo do bar com medo da falta de consciência que parecia persegui-lo ultimamente, mas sem muito sucesso de sair do mesmo ele sente a pressão em suas pernas aumentar e mesmo ele se esforçando para levar uma delas a frente ele não conseguia movimentar ela nem um centímetro, pois o movimento contrário estava sendo feito as pernas dele se juntando em uma preção crescente envolvendo-o no calcanhar. vroshH! Uma corda com pesos em suas pontas o laçará pelas pernas!

           Agneus ia ao chão sem tempo de por suas mãos para aparar a queda o que lhe permitiria evitar o impacto monstruoso que sua face tinha para com a calçada do bar. Sem desmaiar imediatamente  Agneus ainda consegue abrir um olho e o focar a seu lado aonde uma bota tampava seu campo de visão, porem em poucos segundo depois de avistar a bota Agneus cede a dor incandescente que irradiava pela regia da testa!

                                                                    ZzzzZZZzzzZZZZzzz.......
                                       - Acorde ssiissshhs!...................
                        -Acorde....................
- ACORDE!!!

          Agneus sai do negro do inconsciente para ser agraciado com a lucidez do agora, ao abrir seus olhos lentamente, percebe que estava não mais no chão do bar (embora sua testa ainda doesse) olhando direito depois de alguns segundos vê algumas coisas serem definidas em meio a escuridão da mesma aonde havia uma mesa azul cristal no centro com uma lamparina que iluminava a parte mais baixa da parede de fundo que parecia estar manchada de algo viscoso e de cor vermelha ou vinho ( não conseguira decidir devido a dor na testa) , mas sem demorar muito percebe o que parecia ser pernas de pessoas em meio a escuridão que provavelmente estavam a observar Agneu.

 Ele não sabia por que estava ali nem quem eram as pessoas que o assistiam em meio a seu desmaio, na verdade Agneus não sabia mais nada além da falta de saber que tinha em posse no momento.

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