quarta-feira, 30 de maio de 2012

Um amor Através do Tempo Parte 4


Dia 17 de Julho,  A lotos sempre permuta em direção que o vento revela...
                                           Ela veiooooooooooo.............

              Eu estava indo em direção ao grupo de estudo que eu participo na universidade, chamado “Cabeças-Rolando”, e no caminho avisto minha linda Alice vindo com sua pasta de Arquitetura em minha direção, eu corri como se não a vice a anos, e abracei ela com todo meu amor.., amor eu disse amor, sim! Era com toda certeza isso que eu sentia no momento, amor e realização de ver Alice mais uma vez!

              Eu abandonei totalmente meu plano de estudo naquele dia e tirei mais uma vez um tempo para com ela passar. Falamos sobre diversas coisas e em minha mente só havia algo que, eu realmente queria falar. Com um impulso inesperado eu olhei com todo a minha essência nos olhos dela, respirei fundo e comecei o discurso:

- Alice eu queria te falar algumas coisas.

- ah! Ok, então fala Robert? O que seria essas coisas?

- Eu não conheço jeito mais simples de falar do que esse que eu vou expressar agora, eu peço que você só não de risada ok?

- huh! Ok! Juro!

- Eu não consigo mentir sobre quase nada Alice, e acredite no que eu vou dizer, pode parecer ridículo, mas por favor ouça até o final. Eu não consegui tirar você do meu pensamento desde o dia em que te vi pela primeira vez!

Seria impossível dizer qualquer coisa que contrarie isso, eu posso ficar horas descrevendo o que é isso que fica me desmontando ao ver você sorrir, que me tira toda e qualquer quantidade de recursos pensantes, e acredite, por favor, eu não consigo chamar esse sentimento de algo que não seja amor!

- Robert , eu ..., eu não.. sei o que falar ! Eu gosto de você também mas eu sinceramente não sei o que fazer hahah, ( com uma cara muito avermelhada Alice demonstra um olhar encantador, de forma impressionante )

- Deixe que eu tomo a frente mais uma vez, minha flor!

( respirando bem fundo Robert  fala )  
Alice eu me declaro em sua frente e pergunto se aceitaria você, firmar um namoro comigo?

- Robert, eu nem sei como dizer, mas eu não posso aceitar esse seu pedido, eu não serviria para você. Eu nem me sirvo!

Acredite quando digo que é melhor você não ficar tão apegado a min!

( rapidamente Alice vira e sai correndo pelo corredor a baixo )

                Robert ao sentir um peso de dois alqueires de pedras sendo derramado em sua cabeça, ele ajoelha e sente um vazio em nível cósmico dentro de si. Não sabe o que fazer nem para onde correr, na verdade! A frase que mais combinaria com ele neste momento seria: Só sei que não vale mais nada saber.


Fim do dia, do sentimento, do sentido das coisas para Robert que fora para sua casa e atolou-se na cama, donde desejava nunca ter saído.

Um amor Através do Tempo Parte 3


Dia 16 de Julho:           a escuridão nada mais é do que a falta de luz!
 Eu não achei a Alice pela universidade.

           O dia começou muito ruim, no meu serviço temporário, um cliente me agrediu verbalmente, de forma muito agressiva, o que me deixo triste, pois embora eu tive-se errado em um processo simples, direito algum tinha ele de fazer o que fez.

           Em busca de um resquício de alegria eu fui para a universidade mais cedo, a fim de procurar minha querida Alice, busca essa que não tive êxito algum, ela não apareceu no corredor. Triste, devido ao meu dia deprimente eu fui tentar ver aula, mas infelizmente não consegui, nem preciso informar o porquê disto.

          Fim de curso eu me dirigi a minha doce casa em meio à chuva que cortava o silencio noturno.

Alice e seus pezinhos!









  Eu acenei e ela veio a meu encontro, sorrindo eu puxei assunto, mas via que ela estava meio reprimida, a partir dessa percepção resolvi mudar o jogo e  tentar conhecer ela melhor. E Com o passar de alguns minutos percebi outra coisa encantadora em Alice, ela parava com seus pés, calçados por “Allstar’s” pretos, inclinados fechando assim quase um triangulo. Eu não saberia o motivo, mas nunca tinha me chamado atenção para coisas assim, não até aquele momento.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Um Amor Através do Tempo! Parte 2


                           Dia 15 também, de julho, ponto para quem acertou!...
                   Chovendo inesperadamente, pois o dia começou com 37º C, nada bom.

      Comecei o dia como de costume, acordei tarde, almocei e depois de enrolar bastante  fui cedo para a universidade,  não podia perder a chance de ver ela de novo.
           Andei horas pela universidade e nada de encontrar a minha admirada Alice, mas não me dei por vencido, pelo menos por mais 10 minutos que fora o tempo demorado até chegar no ultimo quiosque e pedir um suco de maracujá (meu favorito), e depois de alguns minutos com um andar hilariante ela aparece cortando o corredor com seu jeito único, único a ponto de não saber como o descrever.

          Eu acenei e ela veio a meu encontro, sorrindo eu puxei assunto, mas via que ela estava meio reprimida, a partir dessa percepção resolvi mudar o jogo e  tentar conhecer ela melhor. E Com o passar de alguns minutos percebi outra coisa encantadora em Alice, ela parava com seus pés, calçados por “Allstar’s” pretos, inclinados fechando assim quase um triangulo. Eu não saberia o motivo, mas nunca tinha me chamado atenção para coisas assim, não até aquele momento.

           Alice se demonstrara cada vez mais receptiva as minhas brincadeiras, e isso me mostrou um fato curioso sobre ela, que seu principal fator de personalidade era o extremo acanhamento, acanhamento esse que ela tinha a respeito de quase tudo. ( teve uma vez que a mesma não pegou um salgado na cantina pois alguém pedira ela junto dela, e só havia um salgado do tipo e por demorar um pouco em relação a seu pensamento ela desistiu por não acreditar que merecia o salgado, “hahahaha” , bons tempos demos boas risadas neste dia.)
Eu conversei bastante com Alice e mais uma vez ao final do dia eu ia me despedir dela para seguir até meu curso quando uma ideia passou a minha mente, em seguida perguntei aonde ela morava, com um sorriso ela me falou que morava em um bairro distante da federal e que ia de ônibus até o lugar, sem pensar duas vezes me ofereci para levar ela até o ponto de ônibus, felizmente ela aceitou tal proposta.

            No ponto de ônibus eu conversei mais com Alice cito aqui a parte mais memorável de nossa conversa:

- Ah!, Mas você é perfeita cara, como pode se manter tão reclusa assim?

- Nha!, rsrs... Nem é assim, eu só sou um pouco vergonhosa e mais nada.

- E tu nunca tentou algum método para mudar isso? Partindo do fato que você quer mudar isso, não quer?

- Querer é claro que quero, mas eu tenho vergonha, hahaha!

- Eu posso oferecer minha ajuda?

- Sim,
(neste momento ela me presenteou com um sorriso de olho fechados, simplesmente lindo.)

           E em seguida eu fui separado do sorriso pelo fato do ônibus o qual ela embarcaria, abordava o ponto no exato momento. Despedindo-me segui meu rumo ao curso de Filosofia, o qual na aula de lógica, minha melhor matéria, eu mais uma vez queimei o tempo pensando em formas de ajudar minha doce Alice.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Um Amor Através do Tempo! Parte 1


                                     

                                    Dia 14 de julho, A vida é Bela com sal e canela!

       Um dia ensolarado e com uma falta de frio exorbitante que aparentava ser mais um dia comum aqui em minha cidade:
Hoje eu estava a passear pela via principal da universidade aonde se encontram os quiosques de lanches e afins, um dia comum, porem em torno do penúltimo quiosque eu avisto uma jovem de rosto novo o qual obviamente não conhecia, falando com uma amigo de grande quantidade de risadas embora o conhece-se a pouco tempo. Como era de se esperar ele me avista e em seguida vem ao meu encontro.

- “Fala maninho, beleza”

-  Sempre, e você?

-  Estou bem, ó vem aqui, vou Le apresentar uma pessoa.

            Ele me leva de encontro a tão exótica menina que de longe eu avistara e eu inesperadamente e sem saber o porquê disto, sou cometido por um intenso frio na barriga, o que me leva a um estado de completo desapego aos meus planos (Esse estado seria o momento que tudo o que você sabe desaparece, o que leva  você  a fazer besteiras sequenciadas ) .Ao chegar de frente a face tão inovadora eu me pego preso dentro de uma dimensão só minha eu vejo o sorriso meigo de beleza particular e extremamente cativante, junto com olhos castanhos que tirariam todo o ar do primeiro que bobeasse ao passar por ela.  Fiquei admirando ao que pareciam horas na minha dimensão, porem não passará nem um minuto em tempo real. Eu ouvi no fundo as seguintes falas:

- Maninho,essa é a Alice

- E Alice esse é meu maninho Robert

- Olá Alice, prazer
 (eu disse com a maior coerência e me esforçando para esconder a cara de bobo)

- Oi, Robert, igualmente.

                 Queria ficar olhando o sorriso dela mais um pouco, não !queria ficar olhando o sorriso dela para sempre, nunca me encantara por uma pessoa desse jeito, fui pego de surpresa por um sentimento que eu desconhecia totalmente os parâmetros de comportamento. 

                 E a partir das apresentações eu fiquei à tarde com eles observando ela sem comentar muito, brincando de vez em quando para manter a alegria e não dar na cara que eu estava admirado por Alice, ”ai“ como esse nome me causa “borboletas estomacais”.

                  No final da tarde e começo da Noite obrigatoriamente, eu me despedi e fora para meu curso. (e a propósito digo aqui que morro decidido de encerrar minha vida não por fazer filosofia e na mesma existir alguns ideais que levam a esse resultado, mas sim de motivos que serão descrito até o fim desse depoimento.) Mesmo estando fortemente focalizado no ideal que fora apresentado na aula( Metafísica diga-se de passagem) eu não conseguia tirar da minha mente o sorriso da fantástica Alice, a ladra dos meus conhecimentos.

Fim do Meu dia por completo eu me deito na cama e somente consegui pensar na menina que conhecerá hoje, em um dia que não tinha nada de incomum, nada que me fizesse acreditar em fadas.

Prólogo ! De Um Amor Através do Tempo!











Ola meu nome é Robert e eu venho através deste lhe informar o porquê de eu decidir partir. Partir não em sentido de viagem, de um local para outro em questão de cidades e estado, mas sim de uma vida para a ausência da mesma, o que sem mais delongas chamaria de morte.
Sem mais demoras deixo a baixo o que me levou a tomar esta decisão
Conto aqui uma história que retrata o ápice da minha vida ...
  






Agneu PARTE 2


                         

                                       Quinta-Feira ; 01: 23 Noite da Cebola Radioativa :

            Agneus fica perplexo com a expressão do dono do bar, quando o mesmo da um passo a frente Agneus tropeça e cai de costas ficando em uma posição desfavorável contra o senhor que lhe olhava estranhamente, o homem começava a a espumar pela boca e pegando uma faca que se localizava na parte de hortifruti ( que era usada alias para cortar melancia e embalar as mesmas ) vai em direção ao menino que nesse momento já se colocava de pé e pegando um melão explodia-o na cabeça do desvairado armado de uma faca que vinha em sua direção, não sendo o suficiente o menino sente uma repulsa e do nada uma voz em sua cabeça repete as seguinte palavra por varias vezes em tom baixo ...: Destrua-o.....destrua-o.....
Sem pensar em nada o menino vê suas atitudes como se fosse um piscar de olhos, ao abri-lo percebe que o corpo do dono do bar estava inerte em um buraco na parede a sua frente.

            Agneus olha sem entender nada, o que parecia ser um homem chamuscado e esfumaçando na parede, enfiado de tal forma côncava que surpreenderia todo e qualquer professor de arquitetura por tamanha realização. Agneus abaixa seus olhos até sua mão e via que dela vinha fumaças também e  ao se aproximar mais de perto do cadáver percebe que tem uma queimadura do formato de uma mão na testa e no pescoço do que parecia ser o ex dono de bar!

           Agneus sai correndo do bar com medo da falta de consciência que parecia persegui-lo ultimamente, mas sem muito sucesso de sair do mesmo ele sente a pressão em suas pernas aumentar e mesmo ele se esforçando para levar uma delas a frente ele não conseguia movimentar ela nem um centímetro, pois o movimento contrário estava sendo feito as pernas dele se juntando em uma preção crescente envolvendo-o no calcanhar. vroshH! Uma corda com pesos em suas pontas o laçará pelas pernas!

           Agneus ia ao chão sem tempo de por suas mãos para aparar a queda o que lhe permitiria evitar o impacto monstruoso que sua face tinha para com a calçada do bar. Sem desmaiar imediatamente  Agneus ainda consegue abrir um olho e o focar a seu lado aonde uma bota tampava seu campo de visão, porem em poucos segundo depois de avistar a bota Agneus cede a dor incandescente que irradiava pela regia da testa!

                                                                    ZzzzZZZzzzZZZZzzz.......
                                       - Acorde ssiissshhs!...................
                        -Acorde....................
- ACORDE!!!

          Agneus sai do negro do inconsciente para ser agraciado com a lucidez do agora, ao abrir seus olhos lentamente, percebe que estava não mais no chão do bar (embora sua testa ainda doesse) olhando direito depois de alguns segundos vê algumas coisas serem definidas em meio a escuridão da mesma aonde havia uma mesa azul cristal no centro com uma lamparina que iluminava a parte mais baixa da parede de fundo que parecia estar manchada de algo viscoso e de cor vermelha ou vinho ( não conseguira decidir devido a dor na testa) , mas sem demorar muito percebe o que parecia ser pernas de pessoas em meio a escuridão que provavelmente estavam a observar Agneu.

 Ele não sabia por que estava ali nem quem eram as pessoas que o assistiam em meio a seu desmaio, na verdade Agneus não sabia mais nada além da falta de saber que tinha em posse no momento.

Agneus Parte 1


                 Agneus um menino de 17 anos que como  todas as pessoas estranhas é um perfeito filho esperado por todos os pais ele estuda muito, tira notas boas, tem educação e muitas outras qualidades. Mas um dia tudo isso viria a mudar!



                                                          Quarta feira, dia do Azul:


         Agneus se levanta como sempre ( antes de todos ) e sai para a faculdade de Direito, porem devido a uma súbita vontade ele resolve tomar um caminho diferente, um caminho que passaria por uma antiga praça abandonada, onde antigamente ele fora vitima de um atropelamento. Agneus nunca tivera voltado até então naquele lugar.
Ele da duas voltas na praça, e no final da segunda ele simplesmente desmaia do anda,  quando volta a sua consciência ele esta deitado em baixo de uma arvore em uma praça, o problema que a mesma ele não fazia a ideia aonde ficava.

        Agneus se levanta e olha devidamente todo o lugar e não reconhece nenhum aspecto por ali. Saindo correndo em direção qualquer, ele chega a um bar, um único local que estava aberto e bem estranho, pois ao chegar à porta do bar ele percebe que já era de noite e que por sinal estava havendo um eclipse nesse mesmo instante que ele olhava ao céu de uma noite um tanto iluminada diríamos!
        Agneus entra correndo no bar e procura alguém La dentro, e ao achar o dono do mesmo ele percebe sua face horrorizado, como se ele fosse um prisioneiro procurado mundialmente, o pior é que logo Agneus descobriria que ele estava sendo procurado, não mundialmente, mas por uma grande vastidão de terras!

Olivia - Unica - Forte!


                                                         Olivia a menina do Sorvete!


    Olivia uma menina simples que vivia sempre indo ao mercado para sua mãe, mas um dia ao decidir descer pela rua do lado esquerdo do mercado ( andando assim mais 2 quadras ) é surpreendida por um cachorro feio com tufos de pelos por todo o corpo ( faltando em algumas partes diga-se de passagem) ela resolve cruzar a rua para não passar perto do mesmo, porem ele levanta e vai se alinhando com ela conforme a mesma anda, ficando a cada passo mais aflita a menina resolve voltar para a rota de costume, mas é surpreendida ao virar de costas a mesma presença no meio da rua a alguns paços dela.. Quem? .. Um cachorro igual o que ela deixara a suas costas!

- Como assim? ( Olivia fala consigo mesma )
                   E ao virar para sua direita e tentar outra direção à mesma figura lhe aparecia!

      Olivia não pensa duas vezes e sai correndo para a direção contraria e com os olhos fechados ela corre pelo que pareceu ser alguns minutos e chega até outro local mais escuro, com uma praça abandonada cheia de capim seco pelos cantos e brinquedos enferrujados a menina resolve sentar no "meio fio" ( beirada da calçada para forasteiros descrentes ) e ao passar de alguns minutos ela recupera o fôlego.
- O que poderia ser aquilo, como isso é possível.
- Ainda bem que eu consegui sair de lá!
       Olivia ao virar a cabeça para o lado, Olivia avistara o cão horrendo ao seu lado de forma que pareceria preparar-se para um bote e com tamanha situação repentina ela se joga para frente com uma arrancada para sair de perto da besta com todas as suas forças, felizmente ela consegue facilmente, porem ao fazer isso ela se encontra localizada ao meio de uma rua e como era de se esperar um carro vinha pela mesma e sem diminuir nem por um segundo sequer, o carro (preto com desenhos cromados a sua volta, modelo Palio-wekeend )  acerta Olivia arremessando a mesma a mais de 7 metros até ela explodir contra o muro!

        E assim termina a pequena história que da final a vida de nossa querida Olivia que morreu com dor de cabeça e uma vontade de ter um cachorrinho.
Ahh! Sem deixar de contar que não fora possível reconhecer o corpo dela pela face somente pela arcada dentaria!

quinta-feira, 10 de maio de 2012



Olá pessoas do meu universo, estou aqui demonstrando algo inusitado ,eu estarei a partir de hoje introduzindo posts mais frequentes aqui no chipa, estou sem tempo devido a afazeres de universitário
 ( ainda mais de filosofia!), mas quem sabe não. Fica dica se eu vencer a preguiça eu conseguirei inovar por aqui , bjss e té mas ver!